Chloe Kim, ícone americana do snowboard halfpipe, bicampeã olímpica e estrela das redes sociais com mais de um milhão de seguidores no Instagram, enfrenta sérias incertezas quanto à sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão-Cortina devido a uma luxação no ombro sofrida durante o treinamento.
Uma estrela do snowboard com vários recordes
Aos 25 anos, Chloe Kim domina o halfpipe feminino há uma década: medalhas de ouro em PyeongChang 2018 e Pequim 2022, oito medalhas de ouro nos X Games, igualando o recorde de Shaun White, e o título de campeã mundial em 2025. Ela garantiu a vaga da equipe dos EUA para Milão-Cortina em maio de 2025 ao liderar o ranking mundial, com a ambição histórica de um tricampeonato (três medalhas de ouro consecutivas). Com uma grande base de fãs nas redes sociais, suas postagens misturam feitos atléticos, humor e o cotidiano, o que lhe rendeu 1 milhão de seguidores no Instagram e um enorme engajamento.
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Lesão chocante na Suíça
Em 8 de janeiro de 2026, durante um treino em Laax, na Suíça, Kim caiu de cara na parede do halfpipe, deslocando o ombro — um incidente que a própria campeã descreveu como "o mais estúpido". Um vídeo publicado no Instagram mostra a queda e suas caretas de dor, com uma plateia preocupada: "Estou aqui há alguns dias. Estou na Suíça e, logo no meu segundo dia de treino, sofri a queda mais estúpida..." Apesar de tudo, ela permanece otimista, relatando boa mobilidade e pouca dor, mas teme novas luxações.
Situação incerta para os Jogos Olímpicos.
Um exame de ressonância magnética deverá ser realizado em breve para esclarecer a gravidade de suas lesões, mas, sem nenhuma atualização pública imediata até 9 de janeiro de 2026, sua participação nas provas de halfpipe (6 e 7 de fevereiro) permanece incerta, com o risco de um atraso prolongado. Os Jogos Olímpicos de Milão-Cortina começam em 6 de fevereiro, o que deixa um prazo curto para a recuperação. Kim acredita estar em ótima forma para o snowboard e pronta para retornar assim que receber autorização médica.
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Essa lesão ameaça um feito inédito: tornar-se a primeira atleta a conquistar três medalhas de ouro consecutivas no halfpipe feminino. Apesar de um revés em dezembro de 2025 devido a outra lesão não especificada, Kim personifica a resiliência, apoiada por uma enorme base de fãs nas redes sociais, onde compartilha suas emoções mais profundas. Sua trajetória é inspiradora, transformando cada obstáculo em uma possível volta por cima.
