De 11 de junho a 19 de julho de 2026, todos os olhares estarão voltados para os estádios dos Estados Unidos, México e Canadá. No entanto, as conquistas esportivas não serão o único assunto a gerar conversas. Nas arquibancadas e nas redes sociais, as parceiras dos jogadores de futebol também atrairão considerável atenção. Esse fenômeno diz muito sobre a evolução da celebridade na era digital.
Muito mais do que apenas silhuetas nas arquibancadas
Durante muito tempo, as parceiras dos jogadores foram relegadas à imagem de meras companheiras. Hoje, a realidade é bem diferente. Muitas delas construíram suas próprias carreiras e desenvolveram uma forte identidade pública.
Empreendedores, criadores de conteúdo, modelos e fundadores de marcas, eles constroem comunidades impressionantes nas redes sociais. Sua influência vai muito além do mundo do futebol. Eles inspiram por meio de seu estilo, seus projetos profissionais e até mesmo sua abordagem da vida familiar sob os holofotes. Sua presença em grandes competições, portanto, não é mais vista como um mero detalhe social; tornou-se parte integrante do espetáculo midiático.
Duas figuras que chamam a atenção
É impossível discutir esse fenômeno sem pensar em Georgina Rodríguez. Parceira de Cristiano Ronaldo, ela se consolidou como uma figura de grande destaque. Sua carreira, suas colaborações com marcas de prestígio e sua série documental contribuíram para consolidar sua reputação internacional.
Outra figura muito aguardada é Antonela Roccuzzo, esposa de Lionel Messi. Sua imagem, mais associada à discrição e autenticidade, atrai um público ligado a fortes valores familiares. Entre seus projetos no mundo da moda e sua presença discreta nas redes sociais, ela personifica uma forma diferente de existir na esfera midiática. Duas mulheres, dois mundos, mas uma capacidade compartilhada de cativar muito além das conquistas esportivas de seus parceiros.
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Quando esporte, moda e influência se encontram
O fascínio em torno dessas personalidades se explica, em parte, pela curiosidade que despertam. Elas oferecem um vislumbre dos bastidores de um mundo muitas vezes inacessível: momentos cotidianos, viagens, celebrações ou apoio inabalável durante grandes eventos.
Suas publicações criam uma sensação de conexão, ao mesmo tempo que preservam um elemento de fantasia. Essa combinação agrada tanto aos internautas quanto às marcas, que estão sempre em busca de figuras capazes de unir públicos engajados. Nesse contexto, a Copa do Mundo também se torna uma vitrine cultural onde futebol, tendências e narrativas pessoais se encontram.
Um rótulo que é controverso
O termo inglês "WAGs", usado para se referir às esposas e parceiras de atletas, continua a gerar controvérsia. Alguns criticam o rótulo por reduzir a identidade delas à de seus parceiros, por vezes ofuscando suas próprias conquistas. Muitas, portanto, reivindicam o direito de serem reconhecidas por seus talentos, seus negócios ou seu ativismo, independentemente de seus relacionamentos amorosos.
Esta reflexão vai além do simples âmbito do futebol. Questiona a forma como a sociedade ainda encara as mulheres que trabalham ao lado de personalidades famosas, mesmo quando estas têm carreiras ricas e inspiradoras.
A Copa do Mundo de 2026, portanto, não será disputada apenas em campo. Nas arquibancadas e nas telas, essas mulheres ocuparão um lugar de destaque na narrativa da competição. Mais do que apenas amigas próximas e familiares de estrelas do futebol, elas agora são figuras públicas por direito próprio. E se sua popularidade continuar a crescer, pode ser porque elas refletem uma nova definição de influência: multifacetada, assertiva e decididamente moderna.
